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segunda-feira, 10 de maio de 2021

Estádio Olímpico de Tóquio sedia evento-teste de atletismo sem público

Competições reuniram 420 atletas, incluindo nove do exterior

Estádio Olímpico de Tóquio
Centenas de atletas, incluindo o velocista norte-americano Justin Gatlin, participaram de um evento-teste no Estádio Olímpico de Tóquio no domingo (9), enquanto os organizadores ajustavam as operações e praticavam medidas de contenção contra Covid-19 com menos de três meses para o início dos Jogos de Tóquio.

Nenhum espectador esteve presente no estádio, onde as cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas serão realizadas, já que Tóquio permanece em estado de emergência para controlar o aumento das infecções por coronavírus.

O teste deste domingo, envolvendo 420 atletas, incluindo nove do exterior, foi dividido em sessões matinais e noturnas com Gatlin na lista de largada para os 100 metros da noite.

Apesar do estado de emergência, os organizadores operaram mais de 11 eventos de teste desde o mês passado, sem nenhum caso relatado de coronavírus resultante.

Quatro desses eventos - vôlei, mergulho, maratona e atletismo - incluíram atletas do exterior.

Pesquisas de opinião mostraram que a maioria dos japoneses se opõe à realização dos Jogos neste verão devido a preocupações com a pandemia.

Os atletas, porém, querem que os Jogos sigam em frente.

Gatlin disse estar satisfeito com os protocolos contra Covid-19, incluindo testes diários e refeições servidas nos quartos dos atletas.

"Obviamente, acho que essa competição foi um precursor para ver exatamente como as Olimpíadas podem acontecer, mantendo uma bolha para os atletas poderem se manter saudáveis, e também para os cidadãos do Japão poderem se manter saudáveis ​​com atletas estrangeiros chegando ao país", disse Gatlin a repórteres após a corrida.

"Eu acho que foi um sucesso."
Fonte: Alternativa com Reuters

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Olimpíadas: organizadores estimam ¥100 bilhões em medidas contra o coronavírus

Custos com medidas de contenção incluirão o estabelecimento de infraestrutura de cuidados da saúde, incluindo um sistema de testagem

Tokyo 2020

O comitê organizador da Olimpíada e Paralimpíada de Tóquio estima o custo de contramedidas para o coronavírus em torno de ¥100 bilhões (US$960 milhões), disseram no domingo (29) fontes com conhecimento do assunto.

O governo metropolitano, o governo japonês e o comitê organizador devem apresentar um relatório provisório sobre contramedidas para o coronavírus na quarta-feira (2), tendo realizado várias reuniões sobre o assunto desde setembro, disseram as fontes.

O adiamento de 1 ano da Olimpíada e Paralimpíada para o próximo verão devido à pandemia aumentará o preço total dos jogos em cerca de ¥200 bilhões, de acordo com as fontes, e as três partes determinarão o quanto dessa carga adicional cada um deverá bancar.

Custos com medidas de contenção do vírus incluirão o estabelecimento de infraestrutura de cuidados da saúde, compreendendo um sistema de testagem, e obtenção de equipamento necessário para prevenção de infecções.

Custos operacionais adicionais do adiamento de 1 ano devem incluir gastos relacionados a garantir a segurança de locais de jogos, aluguel de equipamento e taxas de armazenamento, e gastos com mão de obra.

Os Jogos iriam custar em torno de ¥1,35 trilhão antes de terem sido adiados em março, apenas 4 meses antes da cerimônia de abertura programada na capital japonesa.

Desde então, o comitê organizador se esforça para simplificar os Jogos e reduzir gastos o quanto possível para tornar a Olimpíada e Paralimpíada em 2021 mais aceitável para o público no Japão.

A Olimpíada está programada entre 23 de julho e 8 de agosto de 2021, seguida pela Paralimpíada de 24 de agosto a 5 de setembro.
Fonte: Portal Mie com Kyodo News and Culture

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Chama olímpica é exibida em Tóquio como símbolo de esperança

 “No próximo ano, esta chama será carregada por cerca de 10 mil pessoas”, disse o presidente dos Jogos

Museu Olímpico Japonês

Em uma cerimônia discreta na última segunda-feira (31), o início da exibição da chama olímpica reuniu autoridades em Tóquio. No evento, os dirigentes reiteraram que os Jogos do próximo ano serão um símbolo de esperança para o mundo, enquanto se recupera da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

A chama começou a ser exibida ao público na terça-feira, no Museu Olímpico Japonês, localizado próximo ao Estádio Nacional, construído especialmente para os Jogos, reprogramados para 2021 por causa da pandemia. A chama foi vista pela última vez em Fukushima, depois que o revezamento da tocha foi cancelado após sua chegada da Grécia.

“No próximo ano, esta chama será carregada por cerca de 10 mil pessoas e acenderá a pira olímpica”, disse o presidente da Tóquio 2020, Yoshiro Mori.

Os organizadores não anunciaram detalhes do revezamento da tocha. O plano original de 121 dias previa a passagem da chama por todas as 47 províncias japonesas.

“Suponho que os atletas que pretendem participar das Olimpíadas e Paralimpíadas estão treinando duro todos os dias e com grande ansiedade [devido à pandemia de Covid-19]”, disse o presidente do Comitê Olímpico Japonês, Yasuhiro Yamashita, que recebeu a chama de Yoshiro Mori.

“Estou confiante de que esta chama será um suporte moral para esses atletas", afirmou Yamashita.

Para evitar aglomeração no museu, haverá um sistema de reserva com data e hora marcadas. O fogo olímpico ficará em exibição de 1º de setembro a 1º de novembro. Os Jogos começarão no dia 23 de julho de 2021.
Fonte: Alternativa com Reuters